A Polícia Civil do Rio de Janeiro concluiu, nesta quinta-feira (9), as investigações sobre a morte da criadora de conteúdo digital Aline Borel, encontrada sem vida no dia 21 de maio na Praia do Dentinho, distrito de Praia Seca, em Araruama. Segundo os agentes, quatro traficantes da região foram responsáveis pelo assassinato por suspeitarem de uma ligação da vítima com um grupo paramilitar. 

No entanto, a polícia apurou que Aline não tinha relação criminosa com a suposta milícia. Os presos achavam que a influenciadora poderia ser uma "olheira" da nova organização, que disputaria o controle do bairro da Corte.

Ainda conforme informado pela 118ª DP (Araruama), os autores saíram com a youtuber em uma motocicleta, após mostrarem fotos de um conhecido supostamente integrante da tal milícia. Os criminosos afirmaram que o homem teria que pagar o resgate de Aline, que disse conhecer todas as pessoas no bairro devido ao jeito alegre e extrovertido de ser.

A arma usada no crime foi um revólver calibre 38. Agora, os policiais trabalham para identificar se é a mesma arma apreendida pela Polícia Militar no local do crime. A motocicleta utilizada para capturar Aline também foi apreendida. 

Os quatro bandidos já estavam presos por tráfico de drogas. Eles foram indiciados por homicídio triplamente qualificado. 

Aline Borel, de 28 anos, ficou conhecida por vídeos engraçados, nos quais cantava. Ultimamente, ela estava afastada das redes sociais, já que fazia tratamento de quadro depressivo. 

R7
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